Dizem por aí... #10: Conselhos para a Vida

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Para o último post do Dizem por aí... decidi colocar alguns conselhos que podemos seguir de personalidades famosas da indústria da música ou marcaram a história do nosso mundo. São algumas citações bastante interessantes e curiosas e que marcam esse último post.

Meu conselho é que se case. Se você arrumar uma boa esposa, será feliz. Se arrumar uma esposa ruim, se tornará um filósofo.

Sócrates

Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.

Sócrates

A verdade alivia mais do que machuca. E estará sempre acima de qualquer falsidade como o óleo sobre a água.

Miguel de Cervantes

Bobeira é não viver a realidade.

 Cássia Eller

Se algumas pessoas se afastarem de você, não fique triste, isso é resposta da oração: “livrai-me de todo mal, amém”.

Caio Fernando Abreu

“Espero sinceramente que nossa história e nossa música possam ter contribuído de alguma maneira para abrir caminho para algumas das novas bandas e que tenhamos conseguido mostrar que apesar de qualquer tipo de dificuldade, a música sempre vale a pena.”
Zé Antônio, do Pin Ups, 2000

“Seja forte, acredite na liberdade e em Deus, tenha amor próprio, entenda a sua sexualidade, tenha senso de humor, se masturbe, ame a sua vida e a sua família e não julgue as pessoas por sua religião, cor ou hábitos sexuais.”
Madonna

“Deixe seu nariz limpo e erga seu queixo, mesmo que para isso, você tenha que fazer uma plástica.”
Ray Davies, The Kinks

“Você não aprende nada de uma mentira. Mesmo que você descubra uma mentira, isto apenas confirma o que você já sabia, mas se recusava a encarar.”
Roger Waters, Pink Floyd

“Duas coisas que você não pode fazer: implorar e roubar.”
Ray Charles

A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz.

Freud

Aproveitar um bom conselho requer mais sabedoria do que dá-lo.

John Collins

Pelo erros dos outros, o homem sensato corrige os seus.

Oswaldo Cruz


Ilustração

Estar sozinho e sem alguém para nos ajudar é muito difícil. Por isso, precisamos de pessoas que nos deem uma mão para encontrar a direção certa. Essa forma de amparo pode ser feita por meio de palavras que se transformam em conselhos.


Os conselhos são avisos, incentivos, ideias que caem muito bem quando estamos precisando. Você pode ou não segui-los, vai de você ver como eles se aplicam à sua realidade. E, algumas vezes, somos nós que precisaremos aconselhar alguém.

Filme – A Canção do Sul (Song of the South, 1946)

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Zip-a-Dee-Doo-Dah foi uma música marcante em 1946. Ano em que chegava aos cinemas o primeiro filme da Walt Disney Pictures usando atores reais, A CANÇÃO DO SUL. O significado da canção era aproveitar a vida, filme lançado em 1946 nos EUA era adaptação do livro escrito de Joel Chandler Harris e que trouxe a história de um garoto que vai morar com os avós e conhece Tio Remus, um sujeito bondoso e simples que conta diversas histórias para alegar o jovem. 

Após os sucessos de Branca de Neve, Pinóquio, Dumbo e Bambi, foi a vez de testar uma mistura inusitada: animação com atores reais. Sendo assim, o filme foi o primeiro filme dos estúdios Disney com atores e também foi o primeiro a empregar a técnica que unia em cena atores reais com personagens animados, técnica até então considerada avançada para a época.

O filme se passa na Era da Reconstrução. A história gira em torno de Johnny (interpretado por Bobby Driscoll), um menino branco que se mudou para a fazenda de sua avó, pois seus pais se separaram. Lá ele fez amizade com Toby (interpretado por Glenn Leedy), um menino negro filho de uma empregada da fazenda e com Ginny (interpretada por Luana Patten), uma loirinha, filha de uma família pobre próxima cujos irmãos são levados e brigões. A única coisa que o faz feliz são as histórias de Tio Remus que além de suas "fantasias", dá lições àqueles que gostam de ouvir as desventuras do Coelho Quincas e suas eternas tentativas de ludibriar a Comadre Raposa e o urso Zé Grandão.

Tio Remus (interpretado por James Baskett) é um velho e sábio empregado da fazenda local. E é a partir destas fábulas, provenientes do folclore sul-americano, que Johnny cria o seu próprio “Lugar do Riso”, o qual lhe ajuda a lidar com os problemas domésticos e emocionais.

A integração entre desenhos e atores é fantástica. Mesmo aos olhos de hoje, o filme tem mais de 70 anos, continua fascinante. Ótima performance dos atores mirins, que personificam a sinceridade e a inocência das crianças em relação aos adultos indiferentes e insensíveis. A cena no final do filme com Tio Remus dando as mãos às três crianças, uma menina e um menino branco e um menino negro mostra um filme puro e inocente destinado para toda a família.

O filme ganhou o Oscar de Melhor Canção Original por “Zip-A-Dee-Doo-Dah!” assim como o Oscar honorário entregue a James Baskett, pelo seu trabalho como Tio Remus. Há um bom tempo, o senhor Walt Disney queria adaptar o livro de historias de Tio Remus, escritos por Joel Chandler Harris. Mas ele só decidiu colocar a ideia em prática, em meados de 1940, quando tinha encontrado um modo de dar ao Tio Remus alegria equivalente ao livro, Walt disse: ''Eu sempre sentir que Tio Remus tinha que ser interpretado por um personagem real''.

A Canção do Sul (Song of the South, 1946)

Por muitas pessoas o filme é considerado racista, esse ataque ao filme veio principalmente pelos estereótipos ligados à figura do protagonista, Tio Remus, empregado negro de uma plantação que, expressando-se com linguagem incorreta (como todos os outros personagens negros do filme), além retrata os negros em situação de servidão e morando em casas simples, enquanto os brancos são retratados como senhores de terra que vivem em mansões, só que eu acredito que o filme deve ser visto como um produto de seu tempo. Embora o filme não mencione data em que a história se passa, por meio das roupas dos personagens, as atitudes, e o cenário em que estão inseridos, situa a história da produção em um período entre o fim da Guerra da Secessão Americana e o pós guerra, período chamado de a ''Era da Reconstrução'', o que justificaria o que é mostrado no filme. Outro ponto é que alguns brancos, também vivem em casebres como os que perseguem o garoto Johnny, representando a força trabalhadora, necessária em um período em que a escravidão finalmente foi abolida.

Devemos levar em consideração a história que é apresentada, o contexto histórico da época retratada, e entender o filme como uma reprodução de um tempo que não deve ser esquecido e que jamais deverá ser repetido, além de servir de alerta para as novas gerações das atrocidades cometidas em um passado não muito distante.

Uma boa solução seria contextualizar tais obras, com explicação do que elas representam e o como era no tempo que foram produzidos, desta forma teríamos material para estudar o contexto histórico de um determinado tempo, com base na produção daquele tempo. Não é verdade?

A Disney deveria voltar a liberar ''A Canção do Sul'' assim como seus outros clássicos. Até há uns anos atrás o SBT reprisou o filme em sua grade de programação, o que dá a esperança de que o filme não seja esquecido totalmente por aqui. Há muitos lugares que falam sobre a beleza do filme e sua importância, como o primeiro filme da Disney com atores reais e a primeira produção com atores atuando com animações. Muitos defendem seu lançamento e sugerem  a inclusão de uma explicação sobre o período em que A Canção do Sul foi produzido e o período que ela retrata. Certamente, Walt Disney ficaria feliz onde quer que esteja.

Mundo Alternativo Recomenda #04 – Jars of Clay

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Seguindo Mundo Alternativo Recomenda, com JARS OF CLAY, banda que uma vez ou outra compartilho suas canções aqui no blog, está entre as maiores bandas cristãs do mundo, suas musicas são agradáveis e bem levadas, com arranjos bem feitos.

Jars of Clay é uma banda cristã de rock formada no Greenville College, em Greenville, Illinois, Estados Unidos. A banda é reconhecida pela mistura singular de música pop, folk, rock, música eletrônica e música erudita, bem como pela maneira de transmitir a Fé Cristã, por via de ricas e poéticas letras. Seus membros são Dan Haseltine, Charlie Lowell, Stephen Mason and Matthew Odmark. A banda não possui um baterista e baixista fixos, logo, os lugares têm sido preenchidos por amigos em apresentações ao vivo ou gravações.

Jars of Clay

O nome da banda é uma referência ao texto bíblico da Segunda Epístola de São Paulo Apóstolo aos Coríntios, Capítulo 4, Versículo 7, conforme segue abaixo, em português e inglês, na Nova Versão Internacional:

"Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus e não de nós."

"But we have this treasure in jars of clay to show that this all-surpassing power is from God and not from us."

Esse verso é cantado na canção "Four Seven", escondida ao final do primeiro álbum da banda, aproximadamente aos 5m50s da última canção, "Blind".

Evolução da banda

Algo do mais interessante em Jars of Clay é que a banda conseguiu conquistar fãs dos mais diversos gêneros musicais. Isso é resultado da fusão de musicalidade e poesia promovida pela banda, passando pelo acústico do primeiro disco, influências eletrônicas em Much Afraid, o pop de If I Left the Zoo e The Eleventh Hour, o blues de Who We Are Instead, além, é claro, do bravo resgate de cânticos e hinos tradicionais em Redemption Songs.

Há 24 anos foi lançado o álbum que levou o mesmo nome da banda Jars of Clay, em 21 de outubro de 1995. E apesar de tanto tempo se passar, a banda continua tocando muitas pessoas ao redor do mundo com suas músicas. O estilo do álbum é rock alternativo com rock cristão. O disco atingiu o nº 1 do Heatseekers, o nº 46 da Billboard 200 e o nº 1 do Top Contemporary Christian.

Ouça no Spotify!


Filme – Meu Melhor Companheiro (Old Yeller, 1957)

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A história se passa por volta de 1860, no Texas. Um cão amarelo chamado ''Old Yeller'' vai parar na fazenda dos Coates. O caçula da família, mesmo sob protestos do seu irmão mais velho, responsável pelo lugar enquanto seu pai está trabalhando fora por uns tempos, acaba acolhendo o animal. "Old Yeller" prova que é um ótimo amigo, protegendo a sua família e salvando a sua vida. Rapidamente, eles se tornam companheiros inseparáveis. Desse episódio nasce uma história de amizade e amor incondicional, dividindo momentos de alegria, experiências e lições de vida sobre como crescer, mas que não poderá durar para sempre.

Para quem não sabe, Old Yeller é um romance infantil de 1956 escrito por Fred Gipson e ilustrado por Carl Burger. Na época de seu lançamento recebeu uma Newbery Honor (prêmio literário) em 1957. O título é retirado do nome do cachorro amarelo que é o centro da história do livro. 

Na produção de Walt Disney de 1957, o filme é baseado na história do livro. Um clássico tema do amor de uma criança por um animal, o que muda a vida de uma família. A abertura tem a música tema, no melhor estilo folclórico americano.

No final da década de 1860, Jim Coates deixa sua esposa Katie (interpretada por Dorothy McGuire), seu filho mais velho, Travis (interpretado por Tommy Kirk), e o filho mais novo, Arliss (interpretado por Kevin Corcoran), para trabalhar no Kansas. Enquanto o pai está fora, Travis se sente o responsável e sai para trabalhar no milharal, onde ele encontra um cachorro que ele chama de "Old Yeller" (interpretado pelo cachorro Spike, 1952-1962), um vira-lata de orelhas amarelas. Ele foi chamado assim porque "yeller" é uma pronúncia de dialeto de amarelo e o fato de que seu latido soa mais como um grito humano. Travis tenta sem sucesso afastar o cachorro, mas Arliss gosta dele e o defende de Travis. No entanto, o hábito do cão de roubar carne da casa e roubar os ninhos das galinhas não deixa Travis nada feliz.

Mais tarde, Arliss tenta capturar um filhote de urso preto, alimentando-o com pão de milho e agarrando-o. Sua mãe zangada ouve seu filhote gemendo e ataca, mas o cachorro Yeller aparece e a expulsa, ganhando o afeto da família. Travis começa a desenvolver um apego e respeito por Yeller, que virá a ter um efeito profundo na vida do menino.

Os vizinhos Bud Searcy e sua filha Lisbeth vêm para o jantar um dia, e Lisbeth leva Travis para o lado para lhe dizer que o cachorro tem roubado comida por todo o condado. Depois que ela e seu pai saem, Travis repreende Yeller e faz com que o cachorro durma no milharal com ele para afugentar os guaxinins. No dia seguinte, o velho Yeller prova seu valor como um cão, protegendo Travis de Rose, sua vaca e fazendo-a ficar parada enquanto Travis a ordenha.

Um dia, o dono original do cachorro Yeller, Burn Sanderson, aparece procurando por ele. Sanderson percebe que a família Coates precisa mais de velho Yeller do que ele, então ele concorda em tom de brincadeira trocá-lo com Arliss, um sapo e uma refeição. Mais tarde, Sanderson leva Travis para o lado e avisa-o da crescente praga da hidrofobia (a raiva).

Meu Melhor Companheiro (Old Yeller, 1957)


Um dia, Travis sai para prender uma família de porcos selvagens. A conselho de Bud Searcy, ele se senta em uma árvore, tentando amarrá-los de cima enquanto Old Yeller os impede de escapar. No entanto, Travis cai no grupo de porcos e é atacado por um. O velho Yeller defende Travis enquanto ele se arrasta para longe com uma perna machucada. No entanto, Old Yeller é gravemente ferido pelo porco e Travis esconde-o em um grande buraco. A mãe de Travis, em seguida, ajuda a cuidar de Old Yeller e usa alguns pêlos de cavalo para suturar suas feridas. Enquanto Old Yeller se recupera, Searcy avisa a família Coates de hidrofobia na área, mas é castigado por Katie por tentar assustar Travis. Searcy sai, mas não antes de deixar Lisbeth com os Coates para ajudá-los na colheita de milho. Travis garante a Katie que os porcos não tinham hidrofobia, e tanto ele quanto o velho Yeller se recuperaram completamente.

Mais tarde, a família vê sua vaca, Rose, tropeçando e espumando pela boca. Travis confirma que ela é raivosa e atira nela. Enquanto Katie e Lisbeth queimam seu corpo naquela noite, elas são subitamente atacadas por um lobo. O grito de Katie alerta Travis, que corre para fora com um rifle, bem a tempo de ver o Velho Yeller lutando contra o lobo. Travis atira com sucesso o lobo, mas não antes de Old Yeller ser mordido no pescoço. Katie diz a Travis que nenhum lobo saudável, nem mesmo um lobo do mato, atacaria perto de uma área em chamas e, portanto, o lobo estava raivoso. Katie, em seguida, sugere que pode ser necessário atirar em Old Yeller, mas Travis insiste que, em vez disso, ele o coloca em um berço de milho para ver se ele mostra sintomas da doença. Depois de permanecerem em quarentena, a família acredita que o Old Yeller pode não ter sido infectado. No entanto, uma noite, quando Travis vai alimentar o cachorro, ele rosna para ele agressivamente. Travis suspeita que Old Yeller pode ter sido infectado, mas não diz nada. Mais tarde naquela noite, Arliss tenta abrir o berço do milho para libertar o Velho Yeller, indiferente ao perigo. Katie corre e bate a porta quando Old Yeller rosna e tenta atacar. Katie então conta a Travis que Old Yeller está sofrendo e leva Arliss de volta para casa. Katie retorna com o rifle, mas Travis aceita, dizendo que Old Yeller é seu cachorro. Travis então relutantemente atira em Old Yeller e vai embora.

Perturbado com a perda de seu cão, Travis se recusa a oferta de um novo filhote de cachorro de Old Yeller. Seu pai, Jim, chega em casa com dinheiro e presentes para a família. Katie conta a ele sobre Old Yeller, e Jim fala com Travis sobre isso. Ao voltar para a fazenda, Travis observa o filhote roubando um pedaço de carne, como Old Yeller faria. Travis então aceita o filhote, "Young Yeller", como seu novo cachorro.

Poucos sabem, mas o filme ganhou uma sequência, chamado Savage Sam (Na Trilha dos Apaches), lançado em 1963 e que também foi baseada em um livro de Fred Gipson. Onde um grupo de garotos desaparecem nas mãos de um bando de apaches. Um grupo de pessoas se une ao esperto cachorro Sam, o filho do velho Yeller, para sair em busca das crianças desaparecidas.

Sem dúvidas um dos grandes clássicos da Disney que valem a pena assistir, pena que é um pouco esquecido. Assisti no SBT há anos e dia desses consegue rever o filme para montar esse post. O filme consegue resgatar em nossa memória todos os amiguinhos animais que tivemos nessa vida e que em algum momento precisamos lidar com a perda deles e muitas vezes da pior forma possível, como uma doença horrível levando a vida deles. Eu recomendo a todos.

Filme – Lion: Uma Jornada Para Casa (Lion, 2016)

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Em 1986, Saroo, um garoto de cinco anos, se perde nas ruas de Calcutá a milhares de quilômetros de sua casa. Após inúmeras dificuldades, a criança é adotada por um amoroso casal australiano e se muda para a Tasmânia. Vinte e cinco anos depois, angustiado com as poucas lembranças de seu passado, Saroo embarca em busca de sua antiga família. Começa a busca de ''Lion''. 

Lion: Uma Jornada Para Casa 

Baseado no livro “A Longa estrada para casa” (A Long Way Home), Lion é um filme de drama biográfico lançado em 2016, com direção de Garth Davis e estrelado por Dev Patel (do filme Quem quer ser um milionário?) que dá vida nas telonas a Saroo Brierley, autor do livro que inspirou o filme e principal estrela de sua própria história.

Aos cinco anos de idade, o indiano Saaro se perde acidentalmente de seu irmão mais velho em uma estação de trem, indo parar sozinho na caótica Calcutá, capital e maior cidade do estado de Bengala Ocidental, na Índia, e precisa enfrentar grandes desafios para sobreviver sozinho pelas ruas da cidade até ser adotado por um casal de australiano interpretado por Nicole Kidman e David Wenham.

Na primeira metade do filme, somos apresentados a infância de Saroo desde da Índia até sua chegada a Austrália  com sua nova família. Começando pelos pequenos trabalhos do garoto ao lado de seu irmão mais velho. Mesmo que fosse pequeninho, ainda assim, dava duro para ajudar sua família. Achei muito legal a admiração e companheirismo que tinha pelo irmão. Enfim, depois que se perde do irmão em uma estação de trem, Saroo tem de passar por alguns desafios, entre eles não saber falar a língua da cidade onde se encontra, assim como ninguém conhece a região onde vivia. Tendo que se virar sozinho na rua, o garoto acaba sendo levado para um orfanato e de lá é enviado para uma nova família.

Os novos pais de Saroo o recebe de braços aberto e todo aquele momento difícil foi quase deixado para trás. Agora ele pode se sentir uma criança normal e depois de um ano ganha um irmão adotivo que possui vários traumas. Já com 25 anos, Saroo continua apegado ao seu passado e após uma ideia de seu amigo, ele resolve procurar por sua família do passado.  Usando como ferramenta o Google Earth, tenta resolver um quebra cabeça por meio de suas memorias de infância.

O filme explora toda a vastidão e diversidade da Índia, sua cultura e problemas sociais. Denúncia sua pobreza e alerta para o crescente número de crianças que como Saaro, se perdem diariamente pelas ruas deste imenso e tradicional país. O uso do Google Earth pelo protagonista, para encontrar sua família biológica (seu lar ancestral), demonstra como o uso da tecnologia pode ser usado de forma benéfica, aproximando pessoas e lugares.

No final do filme, depois de você muito desidratar, é explicado porque o filme se chama Lion, antes de se chamar Uma jornada para casa, mas claro que eu não vou explicar porque isso seria spoiler. Só resta você assistir. Corre que está disponível na Netflix Brasil. Recomendo!

Livro: “A Arte de Fazer Bons Negócios” de Floriano Ferreira Junior

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Não sei se vocês sabem, mas sou estudante de Administração. Ultimamente tenho lido vários livros destinados a administradores, empreendedores e o que for relacionado. Encontrei o livro ''A arte de fazer bons negócios'' aqui na minha casa em algumas caixas guardadas de anos. Comecei a leitura e mergulhei nela. O livro nos traz um grande vendedor que revela todos os seus segredos: aprendemos com ele tudo o que é preciso saber para encontrar o sucesso na área de vendas. Não existem barreiras para esse campeão, que ensina, passo a passo, neste livro, tudo o que aprendeu durante uma vida inteira dedicada à "arte de fazer bons negócios".

Livro: “A Arte de Fazer Bons Negócios” de Floriano Ferreira Junior

A leitura do livro é bem legal, começa quando o autor é abordado na rua por um homem onde pede dinheiro para comer. Ele gentilmente acompanha esse senhor em um restaurante, é onde desenvolve a conversa sobre vendas e trazendo lições valiosas. Depois desse encontro inesperado, eis que uma história surpreendente se apresenta diante do leitor. Durante esse almoço, surge uma oportunidade incrível que você não pode perder para conquistar a prosperidade e realizar sonhos.

O livro tem várias citações que vale a pena mencionar aqui:

Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperá-la. Por pensarem ansiosamente no futuro, perdem o presente, de tal forma que acabam por nem viver o presente, nem o futuro; vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido.

- Confúcio.

O vendedor obtém a ventura de ser próspero, quando conduz sua vida procurando tornar os outros felizes, pois só assim consegue o retorno e o prêmio de também ser feliz

O livro fala também sobre o comportamento do comprador e do vendedor na hora do processo da compra, através do AIDA: um dos primeiros e mais eficientes modelos desenvolvidos em um processo de compra. Sendo desenvolvido por St. Elmo Lewis em 1898. O modelo descreve as etapas mentais que um comprador segue, antes de fechar uma compra. Os estágios são: ATENÇÃO, INTERESSE, DESEJO e AÇÃO. É importante ressaltar que Lewis, ao desenvolver o modelo, estava focado não no comportamento do consumidor, mas no comportamento do vendedor, ou seja, na maneira pela qual o vendedor deve conduzir o cliente para que ele compre. 

Atraia a atenção, mantenha interesse, crie o desejo e comece a ação.
- St. Elmo Lewis

O livro tem autoria de Floriano Ferreira Junior, graduado em administração de empresas e especializado em gestão empresarial. Atuando a mais de 30 anos nas áreas de negócios.

A leitura é rápida, extremamente agradável e produtiva. Recomendo!