Filme – Caninos Brancos (White Fang, 1991)

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A dura jornada sob a neve, a necessidade de domar a natureza do Alasca na época do ouro e a ajuda que os humanos recebem do cão mestiço de lobo são o centro desse filme, uma versão do clássico livro de Jack London. 

Caninos Brancos (White Fang, 1991)

O órfão Jack Conroy (interpretado por Ethan Hawke) vai para o Alasca em busca de uma mina de ouro deixada pelo pai. Nas terras geladas, trava uma amizade inusitada com um lobo a quem resolve batizar de Caninos Brancos (interpretado por Jed 'wolfdog' 1977-1995), um cão-lobo híbrido mal-tratado pelo seu proprietário Beauty Smith. Quando o jovem resgata o canino das garras da morte durante uma briga com um buldogue feroz, ele recebe a ajuda do amigo Alex Larson e acaba se tornando seu companheiro fiel. Eles crescem e amadurecem juntos e a vida faz de Jack um homem de coragem. Com uma fotografia belíssima, a fria paisagem nevada e seus animais solitários são apresentados num clima deslumbrante e inesquecível de rara emoção.

Caninos Brancos (White Fang, 1991)
Baseado na obra ''Caninos Brancos'' do autor Jack London, tendo seu lançamento em 1910. A história segue a mesma linha de seu livro anterior, The Call of the Wild (O Grito da Floresta ou Chamado Selvagem no Brasil) que tratava de um cão doméstico transformando-se num lobo selvagem no Alasca. Nesse, Jack London narra a história de um animal que precisa suprimir seus instintos para sobreviver na civilização. Grande sucesso de público desde o lançamento, já foi traduzido para mais de oitenta idiomas e adaptado diversas vezes para o cinema, os quadrinhos e a TV.

Com direção de Randal Kleiser, sendo lançado pelos estúdios Disney em 1991, Caninos Brancos é um filme sensível. Mostrando até que ponto o amor de um ser humano por um lobo pode ser capaz de domesticá-lo e torná-lo seu amigo inseparável. Uma das melhores cenas é Jack sendo salvo do ataque de um urso selvagem pelo Caninos Brancos, o rapaz curando as feridas do animal após uma rinha com um cachorro, a lenta confiança obtida pelo jovem ao alimentar o lobo, o adestramento e o emocionante final. Lindas locações no Alasca. Altamente recomendável.

Music Box #49: São Paulo Underground - The Love I Feel For You Is More Real Than Ever

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Improvisando, combinando sons, conversando ou simplesmente saindo juntos, a ideia do grupo musical São Paulo Underground sempre foi unir o que quer que estivesse próximo e natural ao habitat da cidade. 

O São Paulo Underground é um grupo de mentes incríveis. Com Rob Mazurek (cornet), Mauricio Takara (bateria, cavaquinho) e Guilherme Granado (teclados, eletrônicos).

São Paulo Underground

SPU é um power trio e uma orquestra pós-moderna em uma só, marcada por texturas sonoras cintilantes, batidas eletrônicas sedutoras, melodias descaradamente belas, uma paleta expansiva de improvisação e uma interação ferozmente alegre.

Em êxtase, agitado e totalmente imprevisível, a música flui de três personalidades musicais distintas unidas pela “idéia de amor infinito, a ideia de romper com o outro lado através do poder sonoro e da beleza”, diz Mazurek, um desmembrador veterano de convenções de gênero. Em vez de se estender por longos vôos de improvisação, o trio faz uma série de breves explosões, cada uma com um incidente musical. Exploradores sônicos destemidos, SPU continua uma busca incessante nos mistérios do som.

''The Love I Feel For You Is More Real Than Ever'' faz parte do álbum 'Beija Flors Velho E Sujo' pela gravadora Cuneiform Records. Ouça!


Curtiu? Até o próximo #MusicBox!

Filme – Matilda (1996)

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Um pouquinho de magia pode mudar o mundo.

Matilda não é uma menina comum. Ela é afetuosa, inteligente e tem muita vontade de aprender. Mas seus pais grosseirões nunca notaram isso. As coisas vão mudar na escola, quando ela topar com uma diretora terrível, uma professora bacana e desenvolver seu poder telepático. Uma comédia dirigida por Danny DeVito e lançado em 1996.

Mara Wilson como ''Matilda''
Quem assistia constantemente a Sessão da Tarde na década passada, se deparou com alguma exibição do filme Matilda. O filme se consagrou como um clássico e passava um misto de alegria e tristeza quando era reprisado, no filme temos uma garotinha muito inteligente que possuía superpoderes. Apesar da maneira triste de contar a sua história, o filme traz a lição através da pequenina de que você é muito especial.


Mara Wilson e Embeth Davidtz em ''Matilda''
Apesar de ter sido lançado nos anos 90, o filme aborda temáticas bem atuais. Matilda Wormwood (interpretada por Mara Wilson) é uma criança brilhante de apenas seis anos, que cresceu em meio a pais grosseiros e ignorantes. Seu pai Harry (interpretado por Danny DeVito) trabalha como vendedor de carros, enquanto que sua mãe Zinnia (interpretada por Rhea Perlman) é dona de casa. Ambos ignoram a filha, a ponto de esquecer-se de matriculá-la na escola. Desta forma Matilda fica sempre em casa ou na livraria, onde costuma estimular sua imaginação. Após uma série de estranhos eventos ocorridos em casa, quando Matilda descobre que possui poderes mágicos, Harry resolve enviá-la à escola. O local é controlado com mão de ferro pela diretora Agatha Trunchbull (interpretado por Pam Ferris), o que faz com que Matilda apenas se sinta bem ao lado da professora Honey (interpretado por Embeth Davidtz), que tenta ajudá-la o máximo possível. 

No inicio do filme tudo o que Matilda conquista é graças a sua força de vontade e curiosidade em livros para buscar conhecimento. Se Matilda já não podia contar com seus pais como exemplos de boas pessoas, tudo o que queria era poder ir à escola como as outras crianças, devido ao amor que sentia em querer aprender. O que tinha de ruim para se conhecer, a pequena pôde contemplar em seus pais, com isso, por conta de tanta injustiça e vazio que sentia, logo se via inclinada a almejar a punição contra o seu pai, para que assim se sentisse aliviada por tudo o que passava.

“Todo mundo nasce, mas nem todos nascem iguais.”

Mara Wilson como ''Matilda''
Depois de tamanha revolta com os personagens, Matilda representou tudo o que espectador queria: justiça e liberdade para as crianças que tinham suas infâncias traumatizadas e oprimidas, impedidas de imaginarem um futuro e terem esperanças graças a adultos que frustravam qualquer positividade e expectativa de dias melhores. O que a pequenina queria era ser amada e se sentir amada e de poder se expressar sem ter que ser desmerecida por quem não enxergava o potencial que ela tinha. No seu casulo de dificuldades, em nome de todas as crianças, ao descobrir o que podia fazer, Matilda pôde encontrar nos seus poderes a capacidade de pertencer e saber que pode ser tudo e muito mais porque é especial.

Ainda que de um jeito angustiante, revoltante e divertido, “Matilda” marcou gerações de uma maneira especial. Não há porque temer ou impedir. A criança merece o riso, ser esperta, merece atenção, merece o carinho, apoio e amor dos pais, merece se sentir segura e abraçada e, não menos importante, poder pertencer ao seu próprio mundo. Seja como for, sem ter poderes ou sendo simpática, a criança é especial.

“Os livros deram uma mensagem esperançosa e consoladora para Matilda: você não está sozinha.”

O filme foi uma outra adaptação cinematográfica da literatura de Roald Dahl (eu li o livro por conta do filme, e nesse caso eu prefiro o filme hahaha). É um filme muito presente na minha memória, me diz e me mostra que há outros caminhos pela solidão da infância, e da vida. É um filme infantil, mas com muita força e fé nas potências que existem dentro de nós. Com certeza recomendarei para meus filhos assistirem. 

Filme – Meu Primeiro Amor - Parte 2 (My Girl 2, 1994)

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Agora tudo vai mudar.

Assim como o primeiro filme, também foi dirigido por Howard Zieff. Nesta sequência do filme anterior, Vada (interpretada por Anna Chlumsky) agora está com 13 anos. Há um feriado próximo e Vada precisa fazer um trabalho da escola a tarefa de escrever sobre alguém que não conheça e que teve uma grande conquista. Enquanto os amiguinhos vão escrever sobre as celebridades, Vada escolhe escrever sobre sua mãe, já que nunca a conheceu. Todas as pistas que Vada tem cabem em uma caixa de metal e com a ajuda de Shelly (interpretada por Jamie Lee Curtis), Vada consegue convencer o pai Harry (interpretado por Dan Aykroyd) a deixa-la ir para Los Angeles, cidade natal de Maggie (sua mãe que faleceu). Assim que chega na casa do tio, Vada conhece Nick (interpretado por Austin O'Brien), um adolescente também de 13 anos. Nick é filho de Rose, a namorada/esposa do tio. E é Nick quem serve de guia para que Vada possa andar por Los Angeles e descobrir tudo que pode sobre a mãe. Juntos, eles ficam cada vez mais unidos nessa procura. E assim vai sai à caça dos amigos com quem Maggie andava no tempo da escola, quanto descobre quem era essa mulher e quais suas conquistas. Vada se depara com algumas surpresas sobre suas raízes e sobre si mesma, ao mesmo tempo que enfrenta as incertezas da adolescências: o primeiro amor, os primeiros beijos e o seu lugar em uma família prestes a mudar.

Jamie Lee Curtis, Dan Aykroyd e Anna Chlumsky em My Girl (1994)


Austin O'Brien e Anna Chlumsky em My Girl 2 (1994)
Na segunda parte, não é muito diferente, novamente Vada se depara com outra inquietação, buscar a verdadeira identidade de sua mãe. A trama se passa neste cenário onde a busca pelo “ser” de seu ente querido leva a menina novamente a encontrar, inesperadamente, um outro amor. A diferença principal entre os dois filmes está no fato de que no primeiro Vada descobria sobre si mesma. Não de uma forma tão literal como faz no segundo. O primeiro filme era sobre as impressões dela do mundo ao seu redor. Já o segundo filme é sobre a mãe de Vada, que é pouco falada no primeiro. Pouco sabemos dela, do que gostava, o que fazia. E Vada sente um vazio por não saber quem é a própria mãe. Pelo menos ela tirou da cabeça a ideia de que foi culpada por sua morte. Mas Vada mantém os pés no chão enquanto vai descobrindo que Maggie não era perfeita, mas vivia com tudo que a vida podia oferecer.

Eu gostei bastante da sequência, acho que dá um rumo novo para Vada que cresceu cercada de perdas, ainda mais morando em uma funerária. É o ápice de dar a volta por cima, mostrando o quanto a vida pode mudar sem precisar esquecer para sempre o passado. É boa a ideia. Parece estranho o título como sendo o primeiro amor novamente, mas vale lembrar que o primeiro mesmo que era o Thomas morreu no primeiro filme. E de certa forma não estamos todos vivenciando um primeiro amor, mesmo que ele seja novo. Além de uma boa história, essa sequência trouxe uma linda fotografia, muitas gravações fora de estúdio e eu gostei muito de presenciar a cidade de Los Angeles daquela época. Fica devendo um pouco do primeiro, mas confesso que gostei muito da continuação. A Vada é uma personagem tão carismática, com uma personalidade linda, então é sempre bom ver ela novamente. 

A canção clássica ''My Girl'' dos The Temptations marca presença também nessa sequência. Recomendo numa tarde de sábado. Até mais!

Filme – Meu Primeiro Amor (My Girl, 1991)

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Muitos dos filmes que assistimos quando crianças parecem ter o poder de permanecer durante toda nossa vida, principalmente os que apresentam algumas cenas marcantes, que fizeram e fazem muita gente chorar. Vários desses momentos até mesmo chegam traumatizar, ainda mais quando envolve mortes, funerais e outras coisas.

Órfã de mãe, a menina Vada, de 11 anos, só quer a atenção do pai. Especialmente depois que ele arrumou um novo amor. Solitária, ela encontra no tímido vizinho Thomas o amigo com quem dividir tristezas, alegrias e, sobretudo, amor.


Segredos e revelações. Amor e alegria. Um verão como nenhum outro.

Um filme de Howard Zieff. No filme Meu Primeiro Amor (My Girl, no original) conhecemos os desejos, confusões e frustrações de Vada (interpretada por Anna Chlumsky), uma garotinha de 11 anos, que é obcecada com a morte, pois sua mãe morreu e seu pai, Harry Sultenfuss (interpretado por Dan Aykroyd), é um agente funerário que não lhe dá a devida atenção. 

Vada tem um melhor amigo, Thomas J. Sennett (interpretado por Macaulay Culkin), que não é nada popular, é alérgico a tudo e vive com sua bombinha para asma. Os dois passam tardes juntos andando de bicicleta, subindo em árvores e se divertindo.  Quando seu pai contrata uma maquiadora para os funerais, Shelly DeVoto (interpretada por Jamie Lee Curtis), os dois acabam se apaixonando, o que leva Vada a ficar com um ciúmes extremo de seu pai.

My Girl

Em sua primeira desilusão amorosa, com seu professor de inglês, Vada acaba sentindo a dor e a desilusão de não ser correspondida. Thomas está sempre ao lado dela, tentando entender o que se passa com sua vida, porém os dois não sabem que descobriram o primeiro amor verdadeiro ao mesmo tempo, e nem que isso se trata deles. Em certo passeio Vada e Thomas encontram um cacho de abelhas, e como começam a jogar pedras para atazanar as abelhas, porém o anel de Vada cai entre as folhas e as abelhas já estão atacando, o que faz os dois sair correndo. Para piorar a situação Thomas diz que é alérgico a picadas de abelhas.

Os passeios de bicicleta entre Vada e Thomas J. evocam uma nostalgia poderosa pela cidadezinha onde moram, pela linda árvore próxima ao lago e por como tudo isso é melhorado pelo diretor de fotografia Paul Elliott. Tudo isso é acompanhado pela seleção de músicas que beira o clichê, mas que certamente hoje se transformou em uma trilha de clássicos do cinema, e que fazem parte de um elegante passeio por uma época.

A música tema que caiu muito bem ao filme: "My Girl" - The Temptations, as cenas maravilhosas e muito bem feitas. Um destaque especial ao beijo que Vada dá em Thomas, sua expressão e olhar fazem valer a pena assistir. Todos os aspectos emocionais, os momentos dolorosos e sentimentos demostrados por Vada no velório de Thomas comove qualquer um, é de emocionar cada vez que assisto. E o poema que ela diz no velório:

"Salgueiro chorão com lágrima escorrendo
Por quê você chora e fica gemendo?
Será porque ele lhe deixou um dia?
Será porque ficar aqui não mais podia?
Em seus galhos ele se balançava
E ainda espera a alegria que aquele balançar lhe dava
Em sua sombra abrigo ele encontrou
Imagina que seu sorriso jamais se acabou
Salgueiro chorão pare de chorar
Há algo que poderá lhe consolar
Acha que a morte pra sempre os separou?
Mas em seu coração pra sempre ficou."

My Girl

O filme em si é sobre a própria vida, e o processo de vivê-la mesmo sabendo que a morte dos entes queridos, ou a despedida, é uma realidade que tivemos ou teremos que lidar. “My Girl” tenta enxergar a beleza onde pode haver muita dor e sofrimento. Por incrível que pareça, é também a perda de seu melhor amigo que faz Vada perceber as pessoas e amadurecer alguns sentimentos, deixando de lado tudo aquilo que a atormentava e consumia. É uma história de amor, amizade, resgate, lições, família, esperança, valores. É uma história digna de um Primeiro Amor.

Filme – Voando Para Casa (Fly Away Home, 1996)

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Depois da morte da mãe, com quem vivia na Nova Zelândia, Amy Alden vai para o Canadá morar com seu pai Thomas, que trabalha com um misto de escultor e inventor. Aos 13 anos, Amy tem dificuldades para se adaptar à nova vida. Até que encontra uma ninhada de gansos selvagens e se transforma numa verdadeira mamãe ganso. Mas os bichinhos crescem e precisam aprender a voar para que possam migrar no inverno. Amy e o pai então se unem e, a bordo de um ultraleve, os ensinam a voar e ganhar a liberdade.

Voando Para Casa 

Com direção de Carroll Ballard e lançado em 1996. No mesmo ano, foi indicado ao Oscar na categoria melhor cinematografia. Estrelando a ganhadora do oscar, Anna Paquin (de O Piano) e Jeff Daniels, este grandioso filme foi inspirado numa história da vida real. Quando um grupo imobiliário destrói a mata nativa perto de sua casa, Amy - uma garota de 14 anos- salva um ninho abandonado cheio de ovos de ganso e toma conta deles até que choquem.  A experiência dá certo e nascem vários filhotes de gansos selvagens. O problema é que eles são aves migratórias, que sem a mãe para guiá-los fica impossível que consigam chegar a floresta no verão. Quando os bichinhos começam a crescer, Amy e seu pai percebem que agora têm um problema. Como todos os gansos fazem, os filhotinhos precisam voar para o sul no inverno. Assim, Amy - como a madrasta dos gansinhos, precisa ensiná-los como voar para casa para se proteger do frio. A insistência da garota e a criatividade do pai serão fundamentais para fazer com que as pequenas aves cheguem ao destino.

Thomas constrói engenhocas voadoras com um mecânico amigo. Depois de várias tentativas, Thomas consegue fazer um ultraleve motorizado parecido com um ganso gigante. Amy assume a missão de ensinar os gansos a levantar vôo e migrar para o sul na estação fria. Pai, filha, gansos e uma caravana de curiosos viajam pela Costa Leste dos EUA para acompanhar a missão. É claro que enfrentam oficiais da força aérea, acontecem imprevistos, o tempo vira. Mas, depois, tudo acaba bem. Na primavera seguinte, todos os 16 gansos retornam com segurança à fazenda de Amy e Thomas por conta própria.

Voando Para Casa


Bill Lishman ensinando os pássaros a voar com ele,
que serviu de inspiração para o filme

O filme propõe a reparação da morte da mãe por Amy por meio do cuidado com os animais. Nesse sentido, é útil à criança, como exemplo de vida. Com uma fotografia bonita e um roteiro (Robert Rodat e Vince McKewin) baseado na vida do artista canadense Bill Lishman, que ensinou gansos a voar na vida real. O filme também é baseado na experiência do Dr. William JL Sladen , um zoólogo e aventureiro britânico, que ajudou Bill Lishman na migração. O longa traz temas desde a ecológica, salvacionista e o amor pelos animais.

Assisti no SBT há anos e nunca esqueci do filme. Sem dúvidas é uma história encantadora, uma trama original, é simpático e as atuações são excelentes e uma fotografia mais linda ainda. E por tratar de uma história real, fica ainda mais interessante de acompanhar. Além do filme abordar de uma maneira muito simpática, o amor das pessoas pelas aves e animais e principalmente, até que ponto elas chegam para tentar defendê-los e/ou ajudá-los como foi nesse caso. A relação entre pai e filha também é muito emocionante. Gostei muito da forma como o pai ganha a confiança da menina ao ajudá-la com os gansos.

Ainda temos a canção ''10,000 Miles'' de Mary Tracy Carpenter cantando uma balada linda, suave enquanto Amy atravessa no céu com os gansos. Sem dúvidas, Voando Para Casa é o filme que vai agradar toda a sua família, assim como me agradou!